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Segurança

Erechim tem central moderna de videomonitoramento

Tecnologia e estrutura física permitem trabalho sofisticado de segurança

teste
Erechim
Por Antonio Grzybowski
Foto Reprodução

A nova central de videomonitoramento de Erechim entrou em operação na manhã desta quarta-feira (19). O investimento nesta fase inicial do projeto custou mais R$ 400 mil. As 30 câmeras de segurança começaram a operar oficialmente nas primeiras horas da manhã, após testes e ajustes finais realizados ao longo da semana.


O novo sistema foi viabilizado por meio de recursos repassados pelo poder Judiciário, poder Executivo e empresas e  instituições do município. O Conselho Comunitário Pró-Segurança Pública é responsável pela gestão do dinheiro que foi arrecado por uma comissão do projeto Sentinela.


A Central de Videomonitoramento funciona em sala construída junto ao quartel da Brigada Militar. Mais de dez pessoas deverão trabalhar no processamento de imagens. O espaço está divido em dois ambientes. Na sala maior estão quatro monitores e uma central de computador com software que permite processar imagens a partir de diversos critérios escolhidos pelos operadores. Na sala de operações trabalham seis policiais militares, que além do monitoramento das imagens externas, realizam o atendimento pelo telefone 190 e auxiliam as guarnições que executam o policiamento ostensivo. 


O capitão Maurício Paraboni Detoni, anunciou que os aparelhos celulares utilizados em serviço pelos brigadianos, estarão conectados ao sistema. Também estão sendo estudas alternativas para o cadastro de celulares de cidadãos comuns, que em breve poderão remeter imagens diretamente ao sistema de videomonitoramento


Em cada um dos dez pontos instalados em Erechim, três câmeras operam no sistema fixo, enquanto uma é giratória e oferece zoom digital com alcance de mil metros. Na Praça Prefeito Jayme Lago, além das imagens, foi instalado um equipamento para captação e recepção de áudio, permitindo a interação dos policiais com o público.


O presidente do Projeto Sentinela, Carlos Eduardo De Marco e capitão Maurício Paraboni Detoni, anunciaram que a meta é viabilizar a instalação de 270 câmeras de videomonitoramento. O custo total do projeto está estimado em R$ 2 milhões.

 

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