A língua inglesa está presente em todos os cantos do mundo, seja no ocidente ou no oriente, e é, hoje, a segunda língua mais falada nos países não nativos do inglês. Atualmente, mais de 550 milhões de pessoas falam o idioma inglês, por isso ele é considerado um idioma universal. E dominar a língua inglesa pode ser decisivo para a vida acadêmica, profissional e pessoal.
Isso é comprovado pela erechinense Viviane Rostirola Elsner Medeiros, graduada pela primeira turma de Fisioterapia da URI-Erechim (2008), que seguiu seus estudos fazendo Mestrado e Doutorado em Ciências Biológicas: Fisiologia na Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), e, recentemente, finalizou o pós-doutorado em Ciências da Reabilitação na Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre (UFCSPA). Viviane, atualmente, é docente do Centro Universitário Metodista-IPA, atuando no Curso de Fisioterapia e como orientadora de mestrado no Programa de Pós-Graduação em Biociências e Reabilitação.
Ela conta que estudou inglês no CCAA Erechim por cerca de 10 anos. Para ela, além da fluência no idioma possibilitar a realização de sonhos pessoais, como viagens, o inglês foi essencial durante a sua vida acadêmica, uma vez que a maioria dos melhores e mais atuais materiais e artigos da sua área encontram-se disponíveis na língua inglesa. Além disso, durante o Mestrado (2009), teve a oportunidade de fazer um estágio de 30 dias em Centros de Pesquisa e Clínicas de Reabilitação no Canadá. Ainda, no período do Doutorado (2011), foi contemplada com um edital que lhe possibilitou a realização de parte dos seus experimentos no Laboratório do Dr. Alysson Muotri, da Universidade do Sul da Califórnia, em San Diego-EUA. "Ambas as situações só foram possíveis pois estava apta a me comunicar em inglês fluentemente", avalia Viviane.
Viviane afirma que, atualmente, a fim de se atualizar, participa com frequência como ouvinte de eventos científicos internacionais da sua área de atuação; aonde a comunicação é em inglês. Também já teve a oportunidade de ministrar palestras e apresentar trabalhos científicos do grupo de pesquisa que coordena nesses eventos. “Ter o domínio da língua inglesa me permite interagir, trocar experiências e compartilhar conhecimento com pesquisadores de diferentes lugares do mundo nesses eventos. E isso é muito gratificante e enriquecedor dentro da minha profissão”, salienta a pós-doutora Viviane Elsner.
No ano passado, teve a oportunidade de apresentar dois trabalhos do grupo de pesquisa no Congresso Europeu de Neurologia, em Amsterdã, na Holanda. “Ambos foram apresentados em inglês e receberam prêmio/destaque de melhores trabalhos do evento, o que foi motivo de grande alegria e gratidão a todos os envolvidos, inclusive aos meus professores de inglês do CCAA pelos ensinamentos, o que contribuiu para que sonhos como esse, da docência e pesquisa, também fossem realizados na minha vida”, finaliza Viviane.