O curso de Enfermagem da URI Erechim celebra a nota máxima (5) no resultado preliminar na avaliação de reconhecimento realizada pelo Ministério da Educação (MEC). A avaliação teve como base o Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI), o Projeto Pedagógico de Curso (PPC), os relatórios de auto-avaliação, as atas de Colegiado e Núcleo Docente Estruturante (NDE), bem como as entrevistas com docentes, alunos e demais colaboradores da administração acadêmica, inclusive com os membros da Comissão Própria de Avaliação (CPA).
Os procedimentos da análise e verificação foram realizados pela comissão em atendimento às normas e premissas do instrumento para avaliação de cursos do Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (SINAES). O trabalho de análise verificou basicamente três dimensões: Organização Didático-Pedagógica, Corpo Docente e Infraestrutura. Nas três áreas, as notas foram similares, destacando a homogeneidade da estrutura do curso.
Segundo a coordenadora do curso, professora Roseana Maria Medeiros, “para atingir conceitos aceitáveis nos cursos de graduação, como foi o caso da Enfermagem da URI Erechim, o comprometimento coletivo – alunos, professores, pró-reitorias e reitoria, direção e outros setores que compõem a estrutura de uma instituição de ensino superior, têm que estar engajados para fazer preponderar a missão institucional”. Além do mais, salienta a coordenadora, “o curso de Enfermagem da URI, que passou a oferecer suas atividades em 1997, atua de forma permanente para que a formação do futuro enfermeiro esteja pautada na qualificação técnico-científica e ética de tal maneira que os profissionais aqui formados, ao se inserirem no mercado de trabalho contribuam efetivamente para as mudanças sociais, políticas e de saúde necessárias para níveis adequados de saúde da população de Erechim e de outros municípios”.
Nestes vinte anos formando profissionais enfermeiros comprometidos com a saúde individual, familiar e coletiva, 510 enfermeiros (dados extraídos do Projeto Pedagógico do Curso em 2016) o curso também forma cidadãos. “A conjugação da formação específica com a de cidadania, sem dúvida, colaborou e continuará colaborando para as transformações sociais e o desenvolvimento regional”, conclui a coordenadora.