Apesar dos sustos envolvendo a partida entre Chapecoense e Grêmio, a bola vai rolar em Chapecó nesta quinta-feira, às 20h. O jogo na Arena Condá é válido pela quinta rodada do Campeonato Brasileiro, e é de suma importância para a ponta de cima da tabela, já que as duas equipes estão separadas por apenas um ponto: a Chape tem 10, enquanto o Tricolor soma nove pontos.
De ônibus, sem Geromel
Em função do mau tempo que castiga a região Sul do país, a partida - inicialmente marcada para ontem (7) - foi transferida para esta quinta. As condições climáticas adversas também obrigaram o Tricolor a viajar a Chapecó de ônibus, já que o aeroporto da cidade catarinense está fechado. Para o jogo, o técnico Renato Portaluppi utilizará força total - ou quase isso, já que um de seus principais jogadores, o zagueiro Pedro Geromel, está gripado e não viajou com o restante do grupo. O meia Gata Fernández, com dores na lombar, também está fora. A tendência é que o time titular seja escalado com Marcelo Grohe; Léo Moura, Rafael Thyere, Kannemann e Bruno Cortez; Michel, Arthur e Ramiro; Luan, Pedro Rocha e Barrios.
Prós e contras
Em entrevista coletiva concedida ontem, o atacante Pedro Rocha pesou os prós e contras do adiamento da partida, bem como da longa viagem de cerca de 8h de Porto Alegre a Chapecó. "Pra gente foi bom, ter um dia a mais de recuperação é importante. Mas o Renato não pôde trabalhar forte com a equipe, já que temos uma viagem longa e desgastante pela frente", disse o jogador, enfatizando que, de avião ou ônibus, o Tricolor tem que pensar na vitória sempre. "Viajar de avião é sempre melhor, mas já que não dá, vai de ônibus mesmo. Não podemos deixar de buscar nosso objetivo que é sair de lá com os três pontos".