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Atlântico sofre virada e perde em casa para o Magnus

Em jogo marcado por equilíbrio e polêmicas, Galo chega a abrir 2 a 0, mas não resiste e sofre primeira derrota na Liga Nacional: 4 a 2

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Por Giulianno Olivar - giulianno@jonalbomdia.com.br
Foto Giulianno Olivar

Parecia que seria mais uma tarde memorável no Caldeirão do Galo. Bem, de fato foi, mas não para o Atlântico. Mesmo jogando com casa lotada, o clube erechinense deixou escapar uma vitória que parecia tranquila e conheceu seu primeiro tropeço na Liga Nacional de Futsal (LNF), diante do Magnus, de Sorocaba: 4 a 2 para a equipe paulista.

O início da partida em Erechim foi marcado pelo equilíbrio. Os dois times buscavam o gol, mas paravam nas boas defesas dos goleiros Djony, do Atlântico, e Tiago, do Magnus. Tanta insistência acabaria sendo transformada em gol somente aos 10 minutos do primeiro tempo: após desvio na área, Bruno Petry abriu o placar para o Galo. Aos 15, a bola sobrou para Keké, que não desperdiçou e ampliou a vantagem do verde-rubro. Com uma boa vantagem, o Galo continuou criando boas oportunidades, mas a primeira etapa terminou 2 a 0.

Os gols perdidos pelo Atlântico fizeram falta. Mais focado e determinado a buscar a virada, o Magnus amassou o clube erechinense nos primeiros minutos do segundo tempo. Logo aos 2, a bola bateu na mão de Grillo dentro da área, e a arbitragem assinalou pênalti para o time paulista, convertido por Rodrigo. Apenas três minutos depois, Rocha marcou e deixou tudo igual no Caldeirão, para frustração do torcedor.

Os donos da casa tentavam voltar ao comando da partida, mas não contavam com uma tarde inspirada do goleiro adversário. Tiago acumulou defesas difíceis e rapidamente tornou-se um dos personagens do jogo, para desespero do técnico Sérgio Lacerda, que não via sua equipe reagir em quadra. Aos 9, o castigo: Rocha chutou cruzado, sem chance para Djony e colocou o Magnus na frente. 3 a 2.

A partida, que já não era das mais tranquilas, ficou bastante nervosa quando Nenê acabou expulso por falta em Bruno. As diversas paralisações e discussões entre jogadores e arbitragem acabaram dando o tom do confronto a partir daí. Melhor para o Magnus, que não só administrou a vantagem como desferiu o golpe de misericórdia no último minuto: Pixote marcou e selou a vitória paulista em Erechim. 4 a 2.

 

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