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Fetar-RS pede renúncia imediata de Michel Temer

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Por Assessoria de imprensa
Foto Divulgação - assessoria de imprensa

Diante dos últimos acontecimentos envolvendo diretamente o presidente da República, Michel Temer, em episódios de corrupção, a Federação dos Trabalhadores Assalariados Rurais do Rio Grande do Sul (FETAR-RS) vem a público manifestar seu repúdio ao governo e pedir sua renúncia de forma imediata.

O governo Temer não tem autoridade moral ou sequer credibilidade, diante desses fatos, pelo que está exposto em âmbito mundial, para seguir à frente do Brasil. Diante deste contexto, lamentável, a FETAR-RS não vê outra saída se não a convocação de novas eleições livres para que todo o povo brasileiro vá às urnas escolher o próximo presidente da República, bem como o próprio Congresso Nacional, que precisa ser purificado frente ao envolvimento de grande maioria dos deputados e senadores, que estão aliados a esse governo envolvido em corrupção e escândalos das formas mais “deploráveis”.

Detentores de uma arrogância sem precedentes para promover reformas, o governo quer retirar direitos sociais dos trabalhadores rurais e urbanos, quer na questão trabalhista, previdenciária e, ainda, precarizando direitos através da terceirização. Além disso, o governo não valorizou o salário mínimo por meio da política nacional de salários, existente até pouco tempo.

Diante destes fatos, à FETAR não enxerga alternativa que não seja a renúncia imediata do presidente Temer. Ao mesmo tempo, que sejam convocadas novas eleições, tanto para a presidência da República, como para o Congresso Nacional.

Também, que seja anulado tudo o que já foi aprovado em termos de reformas, pois o Congresso e governo federal não têm legitimidade e o respaldo das ruas, já que não permitiu o diálogo com as partes afetadas – os trabalhadores – no contraponto  dos argumentos e das contrapropostas. As propostas votadas e aprovadas, como a terceirização e a reforma trabalhista, são ilegítimas e, portanto, devem ser anuladas.

A partir de um novo governo, eleito legitimamente de forma democrática, será possível discutir, eventualmente, alguns ajustes que se fizerem necessário. No entanto, jamais precarizar qualquer forma de direitos sociais, que atinjam os trabalhadores do campo e da cidade.

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