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Diretor do Instituto Unimed/RS é painelista de Simpósio Internacional em Ijuí

Alcides Mandelli Stumpf falou sobre história, lincando a evolução da raça humana, desde o período pré-histórico, com o processo de governança contemporâneo.

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Presidente da Unimed Erechim ministrou palestra em Ijuí
Por Salus Loch
Foto Salus Loch

"Grandes Esquinas da Humanidade e o Papel da Governança" foi o tema abordado pelo diretor administrativo do Instituto Unimed/RS e presidente da Unimed Erechim, Alcides Mandelli Stumpf, em sua participação no I Simpósio Internacional de Governança Corporativa, Cooperativa e Territorial, organizado pela Unijuí, entre os dias 3 e 4 de maio, em Ijuí/RS. Painelista do evento, que contou com a presença de mais de 100 pessoas, entre lideranças cooperativistas do Brasil, Argentina e do Paraguai, além de empresários, professores universitários, mestrandos e doutorandos da região Noroeste do Estado, Stumpf proferiu uma verdadeira aula de história, lincando a evolução da raça humana, desde o período pré-histórico, com o processo de governança contemporâneo.

Segundo o médico, a humanidade tomou, ao longo do caminho, inúmeras esquinas certas, e outras tantas erradas, como o período da Idade Média. Entre os caminhos com consequências exitosas, Stumpf pontuou as revoluções cognitiva, 70 mil anos atrás; agrícola, há 12 mil anos; e industrial, há mais de dois séculos, como peças chaves para o estágio alcançado hoje, na era do conhecimento (iniciado entre os anos 1970 e 1980).

O diretor do Instituto Unimed também fez apanhados que permitiram identificar influências no mundo corporativo atual de ações e hábitos adotados há milhares de anos por povos como os sumérios, inventores da escrita (por volta de 4.000 a.C), e os romanos, com sua legislação (2 mil anos atrás).

Cooperativismo como religião

Após a narrativa histórica, Stumpf afirmou que o cooperativismo é o modelo ideal para a ruptura das diferenças e o desenvolvimento sustentável da sociedade. Porém, frisou que é preciso ficar atento às aceleradas mudanças tecnológicas, bem como lutar contra o individualismo – ambos desafios inerentes ao processo de governança. ‘Cooperativismo e governança têm princípios e fundamentos que se intercalam, quase como irmãos-siameses. Eles caminham mais próximos do que imaginamos e, por esta razão, precisam, ambos, estar atentos, sob a condução de uma liderança integradora, às questões que nos afastam’, pontuou.

'Os grandes movimentos de gestão em prol da humanidade foram movimentos cooperativos. Assim, no bojo do capitalismo, entendo que o cooperativismo deve ser entendido e praticado como uma religião. A governança corporativa é a melhor forma de conduzir o mito da cooperação', sustentou Stumpf em sua conclusão.

 

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