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Esportes

Segue o jogo no Ypiranga

Presidente De Marchi garante permanência do técnico Carlos Moraes e acredita em reação imediata

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Confiança no grupo segue inabalada, assegura o presidente
Por Giulianno Olivar - giulianno@jornalbomdia.com.br
Foto Luciano Breitkreitz/Ypiranga FC/Divulgação

"Os resultados seguramente começarão a vir". É com essa confiança que o presidente do Ypiranga, Luiz Felipe De Marchi, começa a deixar para trás a frustrante eliminação da Copa do Brasil, na última quarta-feira (8). Em Cornélio Procópio, no norte paranaense, o clube erechinense foi derrotado por 2 a 1 para o PSTC. O resultado foi como um banho de água fria na torcida canarinho, que, após a excelente campanha na edição do ano passado, quando foi até a terceira fase, cai logo na primeira partida em 2017.

Na entrevista coletiva concedida ontem (9) à tarde, De Marchi fez questão de, literalmente, vestir a camisa do Ypiranga. Devidamente uniformizado, destacou a importância de abraçar o clube neste complicado início de temporada - três derrotas em três jogos oficiais. "Nós temos muita convicção do que estamos fazendo. Infelizmente os resultados não são bons, mas temos que transmitir confiança e segurança para a comissão técnica e para os jogadores", afirma o presidente, enfatizando que, mesmo com o revés no Paraná, ficou satisfeito com a evolução do que foi apresentado em campo. "No domingo [contra o Passo Fundo] eu tive uma decepção muito grande. Me assustei com o desempenho da equipe. Já contra o PSTC eu tive a convicção de que não estamos errados. O time se doou, jogou bem, mas tomamos dois gols que não poderíamos tomar", lamenta De Marchi.

Carlos Moraes fica

É fato: no Brasil, assim que um time começa a apresentar uma sequência de resultados ruins, a primeira cabeça a ser pedida pela torcida é a do treinador. Em Erechim não é diferente. Apontado pelos torcedores como um dos principais responsáveis pelo momento ruim do Ypiranga, o técnico Carlos Moraes teve seu trabalho respaldado pelo presidente De Marchi, que garante confiar no que tem sido desenvolvido junto ao grupo de atletas. "O Carlos está fazendo um bom trabalho. Tem que se levar em conta que ainda não pudemos contar com jogadores importantíssimos, como o [volante] Jackson e o [zagueiro] Negretti", explica o dirigente. Para De Marchi, essa cultura futebolística de que mudar treinador resolve tudo não é regra. "Se eu tivesse a certeza de que mudando o técnico a gente iria ganhar tudo, eu mudava hoje. Mas quem vai me dar essa certeza? Ninguém. Aí chega um cara novo, que não conhece o grupo. O Carlos conhece o grupo, sabemos o que esperar dele", frisa.

Agora é focar no Gauchão

Com duas rodadas disputadas no estadual, o Ypiranga ocupa a lanterna da competição. Além da ingrata posição, é o único time que ainda não pontuou: derrotas para Grêmio e Passo Fundo, ambas por 2 a 0. A partir de agora, são apenas nove jogos para evitar o rebaixamento e tentar buscar um lugar entre os oito que se classificam às quartas de final. O primeiro desafio será neste domingo (12) contra o Juventude, no Alfredo Jaconi, e De Marchi garante que não há tempo para lamentações até a partida em Caxias do Sul. "É hora de levantar a cabeça. Vamos conversar com a comissão técnica, com os jogadores, e transmitir tranquilidade. Vamos lá buscar a vitória. Se no Gauchão o time jogar o que jogou na quarta-feira, nós vamos vencer. É questão de tempo", reflete o presidente.
Após a decisão de domingo - já que o Juventude também ainda não venceu na temporada e foi eliminado da Copa do Brasil pelo Murici de Alagoas -, o Ypiranga terá mais uma pedreira pela frente: o Brasil de Pelotas, fora de casa, na sexta-feira (17). Somente na quinta rodada, no dia 25 de fevereiro, o Canarinho retorna ao Colosso da Lagoa para enfrentar o Veranópolis.

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