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Fase reflexiva aliada à superação e planejamento

Profissionais orientam sobre algumas formas de vivenciar o fim de ano e prestar a atenção nos significados

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Nesta época do ano várias pessoas começam a repensar sobre os próprios atos, sobre o que fizeram ou
Por Izabel Seehaber - izabel@jornalbomdia.com.br
Foto Divulgação

Para muitas pessoas, o fim de ano representa um período geralmente cansativo, agitado e repleto de expectativas. A psicóloga clínica e mestre na área, Fernanda Grendene, destaca que a fase marca o fim de uma etapa e o início de um novo momento. Contudo, ela salienta que isso foi instituído socialmente, pois o tempo não pára, mesmo que o calendário tenha essa passagem. Nesta época do ano as pessoas começam a repensar, refletir sobre os próprios atos, sobre o que fizeram ou não, quais as perdas e ganhos registrados no ano. "O momento é de reflexão e as datas comemorativas nos remetem às memórias infantis. São datas em que a maioria das famílias se reúnem. Então, quando as pessoas passam por momentos difíceis, como doenças, luto, no final do ano, acabam remetendo a todas as lembranças da vida até o momento, da infância, período em que havia Papai Noel. Já na fase adulta não há essa fantasia", comenta a psicóloga. Do mesmo modo, para algumas que são mais sensíveis, essa data é mais difícil de ser vivenciada. Há aquelas também que comentam sobre não gostar do fim do ano pois ficam mais entristecidas, mais introvertidas. Já outras famílias não têm esse problema e gostam de celebrar.

Para a psicóloga, esse reencontro de familiares para a festividade deveria ser comemorado de forma constante, para alimentar os sentimentos e as relações em outras datas. 

A matéria completa, com a opinião de duas psicólogas e uma psiquiatra, pode ser conferida no caderno especial de Natal, encartado na edição deste fim de semana.

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