Você conhece o caseum amigdaliano?
A médica otorrinolaringologista, Thaís Marques da Costa explica como se formam os caseum amigdalianos. “As amígdalas atuam auxiliando o sistema imune, filtrando vírus ou bactérias que entram pela boca. Elas podem ter criptas (buracos) na sua forma, o que facilita o acúmulo de comida e por ação de bactérias, que colonizam a orofaringe, geram detritos que podem ficar presos nesse local dando origem aos caseum”, esclarece.
Entre as consequências do aparecimento dos caseum, que se apresentam como “bolinhas” esbranquiçadas no fundo da garganta, estão a irritação e o mau hálito. “Assim, é comum encontrar caseum nas amígdalas. O caseum pode gerar halitose e inflamações nas amígdalas e não é contagioso. Também é frequente ser confundido com placa de pus”, enfatiza Dra. Thaís.
Em geral, a remoção pode ser feita com a utilização de cotonetes e gargarejos, porém, sem exercer pressão para evitar lesões. “A prevenção se dá por meio de gargarejos para fazer a remoção mecânica dos detritos e de uma boa higiene oral. E a cirurgia das amígdalas pode ser indicada quando o incômodo persistir apesar das medidas adotadas”, finaliza.