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Cultura

Casa de Cultura Mário Quintana abre chamada pública de ocupação

Artistas de todo Estado poderão participar de processo seletivo para ensaios e apresentações

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Teatro Bruno Kiefer.JPG
Por Assessoria de imprensa
Foto Divulgação

Artistas de todo Estado poderão participar de processo seletivo para ensaios e apresentações

Abrir os espaços da Casa de Cultura Mario Quintana (CCMQ) para toda a classe artística do Estado é a proposta do Ocupa Mario 2017. Grupos, coletivos e artistas independentes devem inscrever seus projetos, sejam eles ensaios ou apresentações, para contar com os teatros, auditório, salas e demais espaços da Casa. As inscrições acontecem de 1º a 31 de outubro de 2016, através do e-mail ocupamario2017@gmail.com, para onde deve ser enviada a ficha de inscrição e demais anexos que expliquem as propostas.

O Regulamento e informações sobre a documentação necessária estarão disponíveis no site da CCMQ (www.ccmq.com.br), a partir desta quinta-feira (15), ou pode ser solicitado pelo e-mail projetosespeciaisccmq@gmail.com, além de mais esclarecimentos no telefone (51) 3224-2537. Após o envio, esses documentos são avaliados por um conselho artístico que divulgará os selecionados a partir do dia 1º de dezembro.

Anteriormente, o processo de ocupação dos espaços da Casa de Cultura Mario Quintana se dava através de agendamento, o que, nem sempre contemplava todo o Estado, ou mesmo, dependia de uma análise dos objetivos específicos das propostas.

Em 2015 foram realizadas três Chamadas Públicas: Fevereiro, Maio e uma Extra em Setembro, a cada Chamada foram sendo aperfeiçoados os mecanismos de escolha e regulamento, sempre escutando sugestões, a fim de, chegar a um chamamento cada vez mais democrático e transparente.

Agora, com a Camada Pública 2017, os artistas concorrem mais democraticamente, já que todos passarão por avaliação multidisciplinar não importando quais foram os primeiros que solicitaram a ocupação da casa. 

De acordo com o diretor da CCMQ, Émerson Martínez Fortes, a ideia é resgatar o real objetivo da instituição, que é de troca de experiências e apropriação dos seus espaços por todos os artistas riograndenses. “Destaco a importância deste processo seletivo que faz com que todos os artistas concorram em grau de igualdade. Este é um reencontro do real objetivo de pluralizar, de sediar diferentes movimentos e produções culturais existentes no Estado. Aqui, artistas de diferentes regiões gaúchas devem se sentir representados, acolhidos e bem vindos”, explica.

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