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Cultura

Danças circulares: uma prática de equilíbrio e cura

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As danças circulares são praticadas por pessoas de todas as idades, que ajudam umas às outras a entr
Por Ragnara Zago
Foto Divulgação

De mãos dadas, em um círculo, os participantes se movimentam ao som de uma música, através de uma coreografia específica. Originais da Escócia, as Danças Circulares Sagradas são adaptadas a cultura de cada povo e região. Inspiradas em diversas tradições, são reconhecidas como prática integrativa e complementar pelo Ministério da Saúde e Sistema Único de Saúde (SUS). A terapeuta e professora Jaqueline Lenhardt, que trabalha com a prática a muitos anos, revela que os benefícios são muitos. “A dança é sagrada porque unimos o espírito, o corpo e a alma como uma oração sem palavras, com raízes na fé. Traz o equilíbrio, ajuda a soltar os bloqueios de energia, renova as forças de autocura, autoestima, amor próprio, acalma a ansiedade, desperta a criatividade e a confiança em si mesmo, atua em conjunto com a melodia, o ritmo e o compasso, criando uma sincronicidade com a natureza e com o outro. Os movimentos tem um encanto especial de alegria, prazer, harmonia, leveza e presença, levando a consciência a um nível mais elevado”, explica a terapeuta.

As danças circulares são praticadas por pessoas de todas as idades, que se conhecem ou não, e de forma simples, ajudam umas às outras a entrarem em conexão com a música, para sentir os benefícios físicos, mentais e espirituais, podendo ser considerada uma terapia. “Através da música, do movimento, do ritmo e do silêncio meditativo, permite que cada pessoa se conecte com a presença de Deus, com a energia Una e com o espírito da dança. No círculo não há diferenças, todos somos iguais, é uma prática acolhedora e inclusiva. Já realizamos com crianças nas escolas, mulheres, idosos e diversos grupos em diferentes contextos.  

Em meio a pandemia da covid19, foi necessário fazer adaptações, já que o contato físico precisa ser evitado. “As danças continuam sendo praticadas com uso de máscara, sem mãos dadas, com grupos menores e seguindo o protocolo e orientações da Secretaria Municipal de Saúde”, ressalta Jaqueline.

O método foi organizado e ensinado pelo facilitador Vilmar Conzatti e agora, vem sendo praticadas por muitos terapeutas na região.

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