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Saúde

Bandeira vermelha: a importância dos atores sociais, a população

Jackson Arpini, membro do comitê regional de combate a Covid-19: “Temos que assimilar, e com rapidez
Por Rodrigo Finardi
Foto Rodrigo Finardi

Precisamos perceber e entender que o Estado, através do Modelo de Distanciamento Controlado, nos olha, com muito critério e de forma pormenorizada, através de 11 indicadores, a região inserida numa fotografia regional, macrorregional e estadual.

A partir do olhar nos classifica, através de bandeiras, nas colorações amarela, laranja, vermelha (a cor de Erechim desde ontem à noite) e preta, partindo de baixo risco a altíssimo.

Sistema de saúde hierárquico e ascendente

O olhar não se restringe somente a região, e, sim, também para as vizinhas Passo Fundo e Palmeira das Missões, porque o sistema de saúde é hierárquico e ascendente. “Partimos do menor e vamos para o maior, perpassando para a região, macrorregião. Do município ao Estado”, pontua Jackson Arpini, membro do comitê regional de enfrentamento a pandemia.

Participação conjunta da sociedade

Segundo ele: “Temos que assimilar, e com rapidez, que só vamos ficar numa bandeira intermediária (laranja) se houver a participação do conjunto da sociedade: gestores, lideranças de saúde, empresariais, comerciais, esportivas, religiosas, sociais, profissionais de saúde e especialmente a população”.

Propagação e capacidade de atendimento

O Distanciamento Controlado observa dois eixos principais: propagação e capacidade de atendimento, ambas estão atreladas a atuação e reação dos atores sociais - da população.

Caso a população não se conscientize do seu papel nessa crise sanitária, não adianta culpar A, B ou C. O não colapso do sistema de saúde depende não apenas do setor público. Essa é uma luta de todos.

 

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