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Economia

AMAU e AD Alto Uruguai buscam construir saídas para manutenção da agência

A reunião contou com a presença de várias entidades que enalteceram a importância da manutenção da a
Por Rodrigo Finardi
Foto Rodrigo Finardi

A reunião entre a AMAU e a Agência de Desenvolvimento do Alto Uruguai na tarde de ontem (17) mostrou um tom maduro, deixando cores partidárias do lado de fora da porta. O objetivo foi construir uma alternativa para que a AD AU permaneça de portas abertas e que possa ampliar os serviços prestados, sendo um indutor do desenvolvimento regional.

Os presentes

Os trabalhos foram conduzidos pelo presidente da AMAU, Juliano Zuanazzi (prefeito de Marcelino Ramos) e o vice-presidente Leandro Puton (prefeito da AMAU). Já a agência, estava representada pelo presidente Eduardo Angonesi Predebom e membros das entidades representativas que fazem parte da AD.

A provocação que deu certo

As discussões e pontos de vista duraram em torno de uma hora e meia, e na fala de todos, a vontade de manter a Agência de Desenvolvimento funcionando. A provocação feita pela AMAU foi positiva, pois mostrou que é importante ter uma agência, mas para tanto é necessário a participação de todos que fazem parte dela, quer seja com recursos, serviços ou de outra forma.

Programa de sustentabilidade

Ao final da reunião, ficou definido que a AD Alto Uruguai elabore um programa de sustentabilidade, como outras necessidades podem ser supridas, e apresentar para a direção da AMAU, para posterior deliberação de todos os prefeitos.

Apenas promessas

Uma das falas do presidente da agência, Eduardo, relatando as dificuldades, deixou claro, por que os problemas se agravam ao longo do tempo: “visitei todos os municípios. Estive nas entidades parceiras e apenas obtive promessas e nunca consegui angariar fundos par ampliarmos nossos serviços”.

Região conservadora e individualista

O tom da conversa foi esclarecedor. Várias colocações deixaram sobre a mesa e povoando as mentes dos presentes, que temos uma região conversadora e individualista. E que isso impede que ações proativas desenvolvam os municípios de forma ordenada. E que esta maneira de pensar e agir, caso não seja mudada, que a mentalidade cultural evolua, teremos sérios problemas no futuro. 

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