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Blog do Neivo Zago

Neivo Zago

Faltam-me palavras para descrever a realidade

Por Neivo Zago

No artigo anterior eu escrevi expressando a minha inconformidade, aliás, que não é só minha, mas de qualquer ser humano coerente e que usa de bom senso: terminei repetindo a palavra NOJO!

Oxalá fosse exceção à regra, mas não é. Quando nos deparamos com absurdos de toda natureza nos questionamos, até que ponto, certas pessoas são incoerente, hipócritas, pois relatadas por alguém com credibilidade diríamos que é “fake” ou fofoca pura, mas infelizmente não é.

Sem dúvidas o terreno mais fértil para a disseminação do joio é a política, ou melhor: a politicagem. E isso vale para todas as esferas, mormente quando entre em jogo o poder e “res publica” (a coisa pública) que, costume definir: “é de todos para usufruir e de poucos para se responsabilizar”.

Em nível local uma pessoa fidedigna contou-me que um então ex-edil aceitou uma secretária na Prefeitura Municipal. Logo ele que é, ou era, até então de um partido outro ao do chefe-mor sentado na cátedra do Paço Municipal. Viu como são as coisas: É o tal do “interésse”, expressão usada por um então mandatário.   

Esse mesmo, que foi vereador, certa vez, criticou os colegas que abriram a sua vaga de vereador para assumirem uma secretaria: Na tribuna o mesmo sentenciou: “É fácil vir aqui e gargantear e retornar ao plenário, em tempo hábil para concorrer outra vez à Câmara de Vereadores”. Agora, ele esquecendo-se da coerência repete o mesmo vício. “Pimenta nos olhos dos outros é colírio nos meus”, ou, em se falando de Bíblia o mesmo que ver o cisco no olho do irão e não enxergar a trave do seu próprio olho.

E, o que dizer dos arranjos, falcatruas e pilantragens, sem mencionar o interesse precípuo de politiqueiros que agem primeiro, em benefício próprio, para, só após, pensarem no bem-estar da população e na solução dos problemas emergenciais?

Não muito distante dos argumentos acima entram certo esportes, dos quais o futebol, agora no auge, na disputa da Copa do Mundo a “sui generis” em todos os aspectos, menos na seriedade, se é que podemos usar este termo. O desencarcerado, hoje na cátedra-mor do país criticando, nas redes sociais o jogador Neymar. Mexeu em um ninho de abelhas. Abriu a boca para falar bobagem, como soí acontecer e milhares de brasileiros lhe deram o troco.

A bola da vez, além do alto mandatário é o seu comparsa da súcia Jacques Wagner que não teve como explicar que um dos seus bens imóveis é uma casinha “Minha Casa, minha Vida” de miseráveis aproximados dez milhões de reais. Quanta sujeira, quanta nojeira patrocinada por um bando de desalmados, desconectados da realidade.   

Ainda: sobre certos políticos em uma conversa de amigos alguém falado sobre os bastidores chamados “o que eu ganho com isso” disse que se a moda pega, muitas sacadas de alguns prédios vão crescer plantas cítricas, ou seja: lavagem de dinheiro, tudo dentro das lavadoras domésticas. Em assim sendo vai ter frutas sobrando e até apodrecendo.

Em assim sendo reitera-se que está ficando cada vez mais difícil a vida neste novo mundo da “Nova Desordem Mundial”, no qual as ilicitudes grassam soltas como a vida humana banalizada, a vida animal também e a nossa Amazônia vendida a preços irrisórios para o interesse internacional. “Não há o que não haja”, mormente para a mente das pessoas do mal que só querem a destruição do mundo que foi dado para a sua administração. Lamentável, para não dizer vergonhoso.

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