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Blog do Marcos Vinicius Simon Leite

Marcos Leite

Quatro centenas

Por Marcos Vinicius Simon Leite

Ah! Que coisa boa! Não é preciso escrever sobre política, tampouco ficar desconfiado se errei no tom. Nada disso! Hoje vou falar dos loucos. Dos loucos e dos cachorros, para comemorar minha coluna de número 400 aqui neste jornal. E já de pronto, vou revelar um teste que sempre faço para saber se a pessoa é boa da cabeça ou não. Vamos lá!

O teste

É bem simples. Não tem nada de científico, até porque se tivesse, os psicólogos e psiquiatras jamais revelariam, tamanha a assertividade, objetividade e clareza. Pronto! Queres saber como se faz para identificar um louco? Basta responder a três perguntas. Se a resposta for negativa em uma, não há problemas, se for em duas, abra os olhos com essa pessoa, mas se finalmente as três forem negativas, você estará diante de um louco. Aqui cabe uma ressalva: não se trata desses lelés da cuca que andam por aí. Não! Me refiro aqueles que “parecem sãos”, mas que no fundo são seres completamente transtornados. E olha que há muitos por aí.

As perguntas

Tudo o que você precisa saber para identificar um louco cabe em três pergutas. Basta analisar se a pessoa gosta de bebida alcoólica, gosta de animais de estimação e gosta de música. Faça o teste! Escolha qualquer pessoa. Comece analisando quem não gosta de beber, o que é saudável para o corpo, é bom ressaltar. Quando o cara não bebe e não curte música, não tem erro, é mal da cabeça. A mesma coisa acontece quando a pessoa não gosta de animais de estimação. Mas se bebe e ouve música, passa no teste, mesmo que não goste de bicho. O que não tem erro é quando a pessoa não bebe, não gosta de animais e não ouve música. Pode internar! Fica a dica: se falhar numa, tudo bem, se falhar duas, abra o olho e, se falhar nas três, fuja!

Em casa

Vivemos há quase três anos em Portugal. Somos uma família que tem muita sede e que ouve muita música. Porém, faltava um elemento para atestar com 100% a nossa sanidade. Até que chegou o dia. Depois de sofrermos com a separação de nossos animais que ficaram no Brasil, decidimos por ter novamente um cão. Agora já tenho as três respostas positivas, mas engana-se quem pensa que o cão serviu para que passássemos no teste. Nada disso. Não é preciso ter um pet. Basta gostar deles. No nosso caso, o cão, ou melhor, a cã, servirá para animar nosso filho mais novo, que é portador de uma doença rara, chamada Síndrome de Prader Willy, tão desconhecida pelos médicos como o meu teste de loucura.

Malditos cães!

Cá entre nós. Por que razão Deus criou um ser tão interessante? Como pode um animal de quatro patas cagar, andar, ser dependente, fazer sujeira, latir, roer as coisas ao redor, ser inconveniente (às vezes) e mesmo assim abalar o seu coração? E aquele olhar, que penetra o fundo da alma? Quem ama os cães sabe. São animais verdadeiros. Não ligam para quem você quer ser. Se importam apenas com o estado de espírito. Estão sempre prontos para dar carinho, para fazer a energia do amor circular. Se o seu dia foi ruim, eles não querem saber. Tratam logo de animá-lo, de deixá-lo mais “animal”, mais natural e menos artificial. Os cães são como vassourinhas. Por mais que façam sujeira, afastam de sua casa o pior de todos os males: a energia ruim. E para terminar, é bom ter cuidado! Não saia por aí analisando e julgando as pessoas. Isso é muito feio. Na dúvida, convide para tomar um chope e ouvir música. Não tem erro.

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