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Cultura

Filó Italiano em Erechim resgata raízes culturais

Momento foi regado a resgate da história, música e cardápio típicos

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Os participantes estiveram em um momento regado pela animação de músicas típicas e resgate da cultur
Por Vivian Mattos
Foto Vivian Mattos

Na noite da última sexta-feira,5, ocorreu na Petiscaria Vale Dourado na Linha Povoado Rigo em Erechim, o Filó Italiano, atividade que faz parte do roteiro da Linha Turismo de Prefeitura de Erechim em parceria com a La Piave Fainors.

Os participantes estiveram em um momento regado pela animação de músicas típicas e resgate da cultura italiana, através da apresentação do Grupo de Filó. No momento, crianças, jovens e adultos recontaram a história dos primeiros imigrantes italianos que chegaram ao Brasil.

Durante a noite, os integrantes do roteiro saborearam um cardápio típico, contando carne de porco assada, polenta, molho de frango, molho bolonhesa, massa, queijo, salame in natura, fortaia, sopa de agnoline, pão, cuca, saladas e sagu ao creme.

Segundo o presidente do Grupo de Filó, Darcy Teixeira de Souza, o Filó Italiano é um momento de resgate da cultura e história desse povo. “O Filó era um momento de reunir os imigrantes. No local tinham de 20 a 30 famílias de imigrantes. À noite, cerca de uma ou duas vezes por semana, eles se reuniam em casa para conversar, contar e comer juntos. Esse era um momento de resgatar e matar a saudade dos que estavam no Brasil, em outras terras ou na própria Itália”, disse Darcy.

Para a participante do Grupo de Filó, Cleusa Frosi, que o é fazer um resgate da cultura dos antepassados. Por isso, através da música, instrumentos e história conseguem reconstruir a vinda da imigração italiana ao Brasil. “Nós fazemos um roteiro como uma linha do tempo, contando desde a chegada dos imigrantes, como eles conseguiram construir uma vida em meio ao nada e como eles foram desenvolvendo sua cultura”, disse Cleusa.

O casal anfitrião na propriedade, Inaiara Letícia Tomazelli e Nelcir Tomazelli, comentam que o turismo é uma forma de sobrevivência ao empreendimento e que sentem satisfação em receber o público no local. “Para nós é uma alegria receber o pessoal, às vezes é a primeira vez estão na petiscaria e certamente sabemos que eles voltaram”, ressaltam.

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