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"Deus sabe que estamos aqui", destaca padre Anderson na Festa de São Cristóvão

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A tradicional festa de São Cristóvão da Paróquia e Bairro do mesmo nome que envolve a cidade e mesmo
Por Assessoria de Comunicação
Foto Divulgação

A tradicional festa de São Cristóvão da Paróquia e Bairro do mesmo nome que envolve a cidade e mesmo a região, neste domingo, teve dia dos mais favoráveis nos últimos anos, mas com as restrições da prevenção à Covid-19, em vista dos quais a missa não pode ser campal.

A procissão motorizada que partiu da igreja São Pedro, iniciada às 08h20, prolongou-se até após meio-dia, com bênção dos condutores e seus veículos em frente à igreja. Outros dois locais de bênção de motoristas e conduções foram no Posto Nonemacher e na Construtora Viero, na BR 153. No sábado, das 13h30 às 17h, ela aconteceu em 11 locais da cidade.

A novena e a festa ajudaram aos participantes a rezar e a refletir sobre este tema: “Com São Cristóvão, cuidar e amar” e o lema “tanto Deus amou o mundo que nos deu seu Filho único” .

Pe. Anderson Francisco Faenello, o Pároco, presidiu a missa da festa no recinto da igreja, acompanhado pelo Diácono Jacir Lichinski. Como viajará para Roma na metade de setembro para estudos na Academia Eclesiástica da Santa Sé, esta será a última festa que ele preside nesta temporada de 4 anos na Paróquia, como observou sutilmente no final da celebração.  

Na primeira parte de sua homilia, recapitulou concisa e profundamente aspectos dos enfoques de cada noite da novena: cuidar e amar a família, a comunidade, quem cuida, os doentes e enfermos, os migrantes e estrangeiros, os trabalhadores e empreendedores, e no tríduo final cuidar e amar na fé, na esperança e na caridade. Assim, enfatizou a natureza e a missão da família, a comunidade, a Igreja na qual se aprofunda o amor, os empreendedores que cuidam e precisam de cuidado, os doentes e enfermos a serem cuidados e alvo da oração, o acolhimento aos migrantes e estrangeiros, o trabalho com Cristo, n’Ele e com Ele, a força da fé, o impulso transformador da esperança e a caridade como identidade do cristão.

Na segunda parte da reflexão, Pe. Anderson ressaltou o princípio e o fundamento do cuidado e do amor, que é Deus, lembrando o lema da novena e da festa e a passagem do evangelho na qual Cristo convida a considerar o cuidado do Pai pelos lírios do campo, observando: se ele faz isso por eles quanto mais não fará por vocês? E o padre enfatizou, se belos são os lírios, muito mais belo o ser humano, criado à imagem e semelhança do próprio Deus. Citou testemunho de senhora, diante das provações da pandemia que disse: Deus sabe que estamos aqui.

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