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Blog do Marcos Vinicius Simon Leite

Marcos Leite

Realidade versus expectativa

Por Marcos Vinicius Simon Leite

Na minha coluna de ontem, escrevi sobre a expectativa do lançamento do meu primeiro livro. Trouxe até uma história inusitada, de uma autora argentina, que se viu só no seu dia de lançamento. Mas como eu já havia previsto, não estaria só – e não estive. Foi bem legal o lançamento do Página 6 – Descolunando.

Sensações

O pequeno evento de lançamento do meu livro, a mim, pareceu como o dia de minha formatura. Por mais simples que tenha sido – e deveria ser – não deixou de ser uma solenidade. Presentes, algumas pessoas mais do que amadas por mim e outras que conheci, leitores da casa. A pequena “Agri” estava acolhedora, como sempre. Os anfitriões capricharam em todos os detalhes. Que local! Mas tenho de reconhecer: tudo o que rolou naquele sábado, dia 25, teve um significado muito especial. A começar por um reencontro de irmãos, que há 24 anos não se viam. Talvez este tenha sido o ponto culminante daquela noite. A emoção estava no ar e isso não estava no script.

Reencontros

De minha parte também foi surpreendente. Também tive os meus reencontros. Não vou citar nomes, para não cometer a indelicadeza de esquecer alguém. Mas enquanto eu falava aos leitores, percebia no olhar de cada um, em especial nesses amigos, a energia que brotava de seus olhares. E como é bom quando as pessoas nos acolhem com o olhar. Palavras não são necessárias, absolutamente. Um olhar e um abraço, silencioso e emocionado. Foi bom demais testar o sistema lacrimal e sentir os corações a bater, de pertinho.

O personagem e a pessoa

No meu speech (assim, em inglês, para homenagear a presença do Professor Neivo Zago), acabei fazendo um relato biográfico, das vezes em que fui personagem de minha própria vida e, por consequência, fugi da minha essência. Foi importante, porque até mesmo os meus familiares não conheciam esta faceta. Quem sabe eu tenha conseguido explicar porque eu sou tão “diferente” da regra. Comigo estavam, entre outros, os mecenas, Rodrigo e Hélio, do Jornal Bom Dia, fazendo a “cobertura”.

O que ficou

E deste dia, que poderia ser igual a tantos outros, ficou um legado: a emoção. Não a emoção do evento, que foi trivial, mas as emoções individuais que o dia proporcionou. Reencontros, despedidas, olhares. O carinho dos amigos, a presença de quem acredita na essência, neste novo trabalho. Tudo isso foi muito maior do que a obra, prova de que a realidade pode ser muito maior do que a expectativa, quando a gente permite que o amor flua entre nós. Obrigado a todos!

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