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Blog do Dennis Allan

Os Sentimentos de Pai

Por Dennis Allan

Quando eu era criança, no milênio passado, passei por um período de rebeldia. No meu egoísmo ingrato, eu demonstrava teimosia e recusava fazer o que meus pais pediam. Hoje, dou graças a Deus pela persistência e firmeza deles em me disciplinar. Mas, mesmo anos depois da morte dos dois, eu me lembro com vergonha das mágoas que causei.

Em outros momentos, os meus pais olhavam com bastante alegria quando fiz coisas boas. As lembranças desses momentos ainda alegram meu coração.

Como pai e avô, tenho experimentado os mesmos sentimentos. Como acontece com praticamente todos os pais, tenho enfrentado desrespeito e desobediência e, em muitos outros momentos, sentido a alegria de ver filhos fazendo bem.

De todas as maneiras que Deus poderia se apresentar às suas criaturas, uma das figuras que mais comunica conosco é sua posição como Pai. As nossas experiências com a relação familiar podem nos ajudar quando procuramos apreciar os sentimentos de Deus. Como meus comportamentos e atitudes magoavam ou alegravam meus pais, nossos comportamentos como criaturas de Deus podem entristecer ou alegrar o nosso Pai celestial.

Não quero sugerir que nossa imagem de Deus deva se basear em nossas experiências com pais imperfeitos (em alguns casos, até ausentes, negligentes ou abusivos). Devemos começar com Deus para aprender como tratar os nossos filhos, respeitando a perfeição absoluta do modelo divino. "Além disso, tínhamos os nossos pais humanos, que nos corrigiam, e nós os respeitávamos. Será que, então, não nos sujeitaremos muito mais ao Pai espiritual, para vivermos? Pois eles nos corrigiam por pouco tempo, segundo melhor lhes parecia; Deus, porém, nos disciplina para o nosso próprio bem, a fim de sermos participantes da sua santidade" (Hebreus 12:9-10).

Em uma relação saudável entre filhos e pais, porém, encontramos uma maneira de compreender um pouco de como Deus reage às nossas atitudes e condutas. Meu pai ficava indignado, mas, ao mesmo tempo, se mostrou paciente comigo. Deus se indigna com o nosso pecado (Êxodo 32:10; 1 Samuel 11:6), mas ele demonstra sua paciência ao oferecer oportunidade para nosso arrependimento: "Pelo contrário, ele é paciente com vocês, não querendo que ninguém pereça, mas que todos cheguem ao arrependimento" (2 Pedro 3:9).

O desafio prático para nós, como criaturas gratas pela bondade de Deus, é simples, embora nunca fácil: procurar agradar a Deus e não causar tristeza para nosso Pai celestial.

www.estudosdabiblia.net

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