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Blog do Igor Dalla Rosa Muller

Casa de Cultura de Três Arroios

É urgente: a política tem que mudar

Por Igor Dalla Rosa Muller

Casa de Cultura de Três Arroios 

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Uma das informações que venho falando muito, e que o eleitor também precisa estar atento, é sobre a importância e o protagonismo da classe política.

Sem a participação efetiva e a sensibilidade dos políticos de Brasília, dos deputados federais, senadores e do presidente da república, nas questões estruturais da sociedade e ligadas diretamente a necessidade das pessoas, não tem como o país vencer as suas misérias, a economia estagnada, falta de infraestrutura, saúde, educação, e uma série de outros problemas.

E aqui faço uma referência aos prefeitos do Alto Uruguai e a gestão pública municipal, em que está ocorrendo uma mudança de cultura, uma vontade de fazer diferente e colocar isso em prática.

Os municípios estão fazendo pequenas revoluções na administração pública, os prefeitos estão tornando as administrações públicas em empresas, mas, ao mesmo tempo, sem deixar de atender o cidadão, tornando o município cada vez mais apto a se desenvolver junto com o trabalho e de acordo com as potencialidades dos munícipes.

O poder público municipal do Alto Uruguai está sendo um indutor do desenvolvimento social e econômico, e não um entrave às pessoas, dando voz a vocação do município, se for agrícola investindo em hortifrútis, orgânicos, criação de frango, porco e produção de leite.  Isso está fazendo uma transformação efetiva nos municípios e deve gerar a médio e longo prazos resultados cada vez melhores.

A exemplo dessas ações, que são realmente transformadoras, os prefeitos estão muito adiantados na gestão pública, porque com poucos recursos conseguem fazer muitos investimentos, estabelecer prioridades, gerindo com o maior cuidado os recursos para ter resultados.

É possível, sim, fazer gestão pública e ter efeitos concretos, e principalmente, incluir as pessoas, fazer o que município, poder público tem que fazer: atender o cidadão e promover o desenvolvimento econômico.

E, agora, falando de Brasília, os políticos de lá precisam ter essa mesma postura, esse mesmo posicionamento crítico em relação ao desperdício e ao fomento da economia, e, principalmente, ter sensibilidade com as necessidades da população.

Um exemplo seria reformar o Pacto Federativo para aumentar os recursos que chegam diretamente aos municípios. Diminuir as verbas dos estados e da União, porque afinal de contas, as necessidades estão nos municípios e não num lugar chamado Estado ou União.

Sem essa transformação dos políticos de Brasília vai ser difícil avançar, que precisam seguir o exemplo dos municípios e da gestão pública municipal. A classe política de Brasília tem que mudar a postura, mudar a sua maneira de fazer política, isso é urgente, e os indícios mostram que não está ocorrendo.

Um exemplo dessa visão limitada da classe política de Brasília, é a proposta da reforma da Previdência, que não está sendo analisada da maneira que deveria ser. Um assunto vital para o cidadão tem que ser analisado criteriosamente, microscopicamente, várias e várias vezes, para saber em quem será o peso maior dessa reforma: empresários, trabalhadores, governo? Quem vai ter que carregar o piano? Não pode haver dúvidas, e se houver, não pode ser implantada, pois pode lesar milhões de pessoas.

Tem muitas outras alternativas para buscar aquilo que o governo quer, e uma delas é só parar de tirar o dinheiro da Previdência, o que já soma um valor superior àquilo que o governo quer economizar nos próximos anos. É urgente: tem que mudar a maneira de fazer política em Brasília.

MAB  

O Movimento dos Atingidos por Barragens (MAB) do Rio Grande do Sul realizou um ato político em Erechim, na noite de quinta-feira (2), para tratar da segurança e dos direitos das populações atingidas e ameaçadas por barragens no RS.

Segundo o MAB, o Rio Grande do Sul é o estado brasileiro com maior número de barragens em seu território, sendo que muitas destas apresentam riscos estruturais graves e nenhum plano de segurança para as populações atingidas por esses empreendimentos.

“Além disso, não há políticas estaduais ou nacional em vigor que ampare e garanta direitos básicos aos atingidos e ameaçados por barragens, num total descaso dos governos com o povo trabalhador. Os rompimentos de barragens ocorridos em Mariana e Brumadinho, em MG, são exemplos concretos da problemática envolvendo os direitos e a segurança do povo, além de várias ocorrências no próprio RS”, afirma o MAB.

Casa de Cultura

A Casa de Cultura de Três Arroios é um belíssimo projeto, que está em fase de conclusão. O local terá um Museu que irá retratar a colonização, história e a formação do povo e da cultural local, abordando restauro e núcleo colonial, religião, evolução política, indústria, transformação agrícola, e até um “bodegão”, que irá remeter os visitantes as antigas casas de comércio.

A Casa de Cultura conta com salas administrativas, auditório com 111 poltronas estofadas, assento retrátil, (cinco especiais maiores e espaço reservado para cadeirantes), dispondo de equipamentos de projeção. No pavimento superior terá três salas multiuso, cozinha e sala de degustação totalmente equipadas para a realização de oficinas de gastronomia. Esse é um exemplo de valorização da cultura, história, da criação de um novo ciclo econômico por meio do turismo, que abre muitas portas para o futuro.

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