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Blog de Jaime Folle

Geral

Jaime Folle

Formado em Administração, pós-graduado em Contabilidade e mestre em organização e direção de empresas e em Gestão de Desenvolvimento.

Escritor com três livros publicados, Jaime Folle trabalhou por 30 anos como professor universitário e palestrante. 

 

  • Filhos de domingo

    Por Jaime Folle
    Foto Divulgação

    São dez horas!

    É o meu pai!

    Grita o menino inquieto. Desde as oito horas que ele estava aguardando para o tradicional passeio e almoço de domingo, tudo como o juiz determinou.

    O pai leva o filho a um passeio pela cidade e preocupa-se que vai ter que ficar o dia inteiro com ele.

    Enquanto os dois andam pela cidade o pai pergunta sobre a escola, o futebol, o videogame, as paquerinhas.

    Oh, filhão! Você já está ficando homenzinho! E o papo fica num sentido sem graça. A cumplicidade não se estabelece entre pai e filho, e se paralisam numa frieza e timidez viril. A hora é de embaraço e culpa, de recriminação contida, de orgulho, silêncio e amor.

    Na sequência desse incômodo silêncio, esgotados no trivial e incapacitados de travar um diálogo pelo qual ambos, pai e filho, anseiam, mas o almoço corre em um profundo silêncio e alguns sorrisos pálidos o pai chama o garçom e pede a conta, e os dois vão embora: o menino está aprendendo a ser adulto  e a lidar com pais separados e o pai está ficando velho, tentando aprender e lidar com filho de pais separados... e aliás ainda não vão embora, passam primeiro em uma sorveteria para apanhar um sorvete de chocolate, depois dão umas voltinhas para completar o tempo determinado pelo juiz. Andam pelos tradicionais pontos da cidade e a demora não pode ser muita, pois o pai tem um compromisso marcado com sua nova namorada e quer se ver livre logo do moleque enquanto a mãe reclama que fica a semana inteira com ele e quer que o pai segure as pontas ao menos no fim de semana, para que ela possa também se encontrar com seu novo namorado.

    E assim lá se vai mais um domingo e o menino em sua jovem cabecinha tenta entender tudo o que estão fazendo com ele e pensando por certo como ele vai administrar tudo isso quando também estiver separado no futuro.

    É uma pena que assim seja. Resta apenas um adeus, um beijinho encabulado e até o próximo domingo, quando tudo se repete da mesma maneira.

    O amor é apenas um verso na vida de um homem e todo um poema na vida de uma mulher, os filhos são os frutos deste amor.

    Uma pena que em muitos casos este amor não perdure e aí os filhos passam a ser apenas filhos de domingo.

     Pensem carinhosamente nisso.

    Até a próxima!

     

  • Síndrome do coitadismo

    A síndrome do coitadismo é um fenômeno que vem aumentando consideravelmente nos últimos tempos no Brasil, autoestima baixa, falta de automotivação e até sem qualquer perspectiva de um futuro melhor, ou seja, estão “dominadas” por uma onda de pessimismo generalizada, que atinge velhos e jovens.

  • Caudilhos da política e da esperteza

    Não precisamos pesquisar muito ao longo de nossa história para verificar o que os velhos caudilhos da política brasileira fizeram no passado e ainda acham que podem fazer hoje.

  • Novo mundo – Nova era

    Muitos ainda não se deram conta das enormes mudanças que ocorreram nos últimos cinquenta anos. Nesteperíodo, a humanidade deu passos gigantescos para uma nova era do conhecimento, com mudanças circunstanciais em todos os segmentos, tanto tecnológico, sociais, espirituais e mentais, e evoluiu mais do que em dois milhões de anos.

  • Atendimento dos velhos armazéns a alta tecnologia

    Parece-nos claro que o atendimento comum já não serve mais para os clientes. Hoje, eles querem muito mais que um simples atendimento e, além de receber com simpatia e disposição, o atendente/vendedor precisa exceder padrões de excelência.

  • O Brasil precisa de uma nova Arca de Noé

    Abro este espaço como faço todas as semanas mudando um pouco meu perfil de escrever sobre temas altruísta, para dizer que o Brasil está precisando de uma nova arca de Noé.

  • A mulher e o cavaleiro

    Estava lendo certa ocasião um texto, cujo autor não lembro mais o nome, que se referia ao cavalheirismo e as damas. Dizia o texto mais ou menos assim de acordo com minhas lembranças.

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